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sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Temporada de Promoçoes em Nova York - os melhores feriados para compras e o melhor outlet de NY
Aqui eu fiz uma lista de feriados americanos quando você pode obter bons descontos em tudo, como eletrônicos, roupas e acessórios. Eu também incluí outra lista com as diferentes coisas que podem ter bons descontos dependendo do mês. Espero que gostem da nossa guia de Temporada de Promoçoes em Nova York!
Fériados Americanos com os melhores descontos
Memorial Day
Memorial Day é um feriado federal nos Estados Unidos, para lembrar os homens e mulheres que morreram enquanto serviam nas forças armadas. Ele é realizado anualmente na última segunda-feira de maio. Você verá descontos chamadas “vendas Memorial Day Weekend” Você vai encontrar bons descontos em liquidações de primavera de roupas. Geralmente cai entre 27 e 31 de Maio
Summer Sale
As vendas de verão, quando as lojas querem eliminar seus estoques para abrir espaço para o outono e inverno roupas. Normalmente, os melhoresdescontos em roupas de verão serão de 11 e 25 de julho
Labor Day Weekend
Labor Day nos Estados Unidos é um feriado celebrado na primeira segunda-feira de setembro. É uma celebração do movimento sindical americano e é dedicada às conquistas sociais e econômicas dos trabalhadores. A maioria das lojas vai oferecer boas vendas durante este fim de semana. Isto também significa o fim do verão em Nova York: Normalmente, este situa-se entre 2 e 7 de Setembro
Columbus Day Sale
Reconhecimento de Cristóvão Colombo. É comemorado na segunda segunda-feira de outubro. Este feriado oferece vendas: entre 8 e 11 de Outubro
Thanks Giving Weekend
É comemorado na quarta quinta-feira de novembro. O fim de semana de liquidação Dia de Ação de Graças é famoso pelo dia “Black Friday” Este é o dia com os melhores descontos do ano em Nova York e nos Estados Unidos. Geralmente cai entre 24 e 28 de Novembro.
After Holiday Sales ou Post Holiday Sales
Estes descontos são para vender toda a mercadoria adicional não vendidos durante os feriados. Você vai ver menos OPCÕES à venda nestas datas.Mas você vai encontrar melhores descontos. Este pós-feriados de vendas em Nova York ficam entre 26 de Dezembro e 02 de janeiro
Presidents Day
É um feriado federal nos Estados Unidos realizado na terceira segunda-feira de fevereiro, em homenagem a George Washington, o primeiro presidentedos Estados Unidos. Este fim de semana é bom em vendas de roupas de inverno. Normalmente, situa-se entre 12 e 18 de Fevereiro.
DICAS:
Espero que nossa lista seja útil para ajudar você a encontrar os melhores descontos, não importa a época do ano que você esteja visitando em NovaYork.
Se você quer grandes descontos em roupas, não importa a época do ano, então vá para Woodbury Common Premium Outlets Nova York, onde voce pode encontrar 30% a 70% de desconto em roupas de marca. Leia mais sobre o Woodbury Common Outlet em Nova York aqui.
Como chegar a Woodbury Common Premium Outlet Center Nova York
Quando você reserve seu ingresso par Woodbury Common Premium Outlets com o ônibus Gray Line, você não terá que se preocupar com o transporte para o oulet. Você vai ter o seu bilhete pronto antes de chegar a Nova York. O ônibus para Woodbury Commons sai a cada 15 minutos durante a manhã e volta tão tarde quanto 21:25!
Clique aqui para comprar sua passagem para outlet Woodbury Common Premium Outlets
E uma boa idéia para comprar o seu bilhete com antecedência como os ônibus podem ficar cheio dependendo da época ou feriados nos Estados Unidos. Se você não comprou seu bilhete com antecedência. Você terá que ir para o escritorio da Gray Line na rua 47th street e 8th ave ou no terminal de ônibus Port Authority (42nd Street e 8th ave) e talvez ter que esperar em uma fila para comprar um bilhete para o outlet Woodbury Common. Um ingresso de ida e volta custa $42 para adultos e $21 para crianças de 3 a 11 anos este é o mesmo preço que online. O ônibus para Woodbury Commons sai da Portão 310 no terceiro andar no Port Authority Bus Terminal (rua 42nd Street e avenida 8th ave.)
domingo, 30 de março de 2014
As mais belas cidade do mundo( continuando...Holanda, Itália, Inglaterra e França)
10) Giethoorn, Holanda
11) Alberobello, Itália
12) Bibury, Inglaterra
13) Eze, Riviera Francesa
17) Yvoire, França
As cidades mais lindas do mundo (nos Estados Unidos da América, República Checa e Suiça) continuando...
5) Savannah, Georgia, EUA
6) Newport, Rhode Island, EUA
15) Key West, Florida, EUA
8) Český Krumlov, República Checa
9) Wengen, Suíça
As mais belas cidades do mundo(4 do total de 19)
Algumas das cidades que parecem existir somente nos seus sonhos estão escondidas ao redor do mundo. Aqui temos 04 delas.
Elas são cidades cheias de charme, quase perfeitas demais para serem reais. No entanto, estas cidades dos sonhos existem.
Aqui estão 19 cidades que são tão bonitas que você dificilmente vai acreditar que elas não são sets de filmagem. Duas delas já foram protagonistas de posts anteriores aqui no Tendencee:
1) Burano, Itália
2) Oia Village, Santorini, Grécia
3) Colmar, França
4) Tasiilaq, Groenlândia
domingo, 2 de fevereiro de 2014
New York...o guia completo de compras econômicas na cidade
Não há lugar no mundo para se fazer compras como nos EUA. Você poderá encontrar qualquer coisa, com a melhor qualidade e com os melhores preços.
E não estamos falando somente de eletrônicos, mas de roupas, calçados, brinquedos, livros, objetos para decoração, eletrodomésticos, e tudo que você possa imaginar, afinal de contas, estamos no país do consumo, onde tudo gira em torno do dinheiro.
Se você der a sorte de estar no país num dos dias de grandes promoções, é hora de comemorar e encher as sacolas. Agora, se você não é destes afortunados, mesmo assim poderá encontrar preços inacreditáveis, principalmente em Nova York, uma das capitais mundiais da moda.
Outlets
Os outlets nada mais são do pontas-de-estoque, onde você poderá encontrar roupas de coleções passadas, ou artigos com pequenos (e muitas vezes imperceptíveis) defeitos de fabricação.
Alguns dos outlets mais famosos (entenda-se, que vendem as grandes marcas) não são segredo para ninguém e nós já falamos exaustivamente sobre eles por aqui.
A Century 21 tem a vantagem de estar em Manhattan, ou seja, você não terá de viajar por horas para nenhum rincão no meio mato para encontrar as barbadas. Com duas lojas na ilha, uma em Downtown e outra no Upper West Side, esta é uma das paradas obrigatórias para comprar roupas, calçados e artigos para casa.
Leia mais sobre a Century 21
Ainda em Manhattan, a outra grande loja que merece uma visita é a Burlington Coat Factory, com uma loja no Garment District e outra na Union Square.
Ideal para quem procura bons casacos por um preço ridículo, mas há também uma variedade imensa de produtos para os estilos.
Leia mais sobre a Burlington Coat Factory
Outra boa pedida é a Nordstrom Rack, também na Union Square. Nesta loja é possível encontrar produtos de muito bom gosto, com uma equipe de funcionários atenciosos, pertinho de uma das praças mais animadas da cidade.
Leia mais sobre a Nordstrom Rack
Agora, se você quer megacomplexos de pontas-de-estoque, inevitavelmente terá de se aventurar para fora de Manhattan.
O destino mais acessível é o shopping center Jersey Gardens, bem próximo do aeroporto de Newark, em Nova Jersey.
Além da distância e da facilidade de transporte - é possível chegar até lá com ônibus de linha partindo de Port Authority, em Midtown -, outras duas grandes vantagens do Jersey Gardens são:
- o valor do imposto (7% em Nova Jersey, enquanto em Nova York é 8,87%, porém, em NY, se você gastar menos que 110 dólares, o imposto é abatido) e
- por ser um local fechado, o que ajuda bastante nas compras nos dias frios de inverno.
Leia mais sobre o Jersey Gardens
No entanto, o outlet favorito dos brazucas é mesmo o Woodbury Commons, ao norte no estado de Nova York.
Este outlet é como um minicidade, com casinhas, ruas e uma praça de alimentação. É o tipo de destino que pode tomar um dia inteiro dos compradores mais frenéticos, pois há todas as marcas mais badaladas, com os preços mais malucos deste mundo.
O problema é chegar lá, e depois conseguir trazer as compras de volta.
Leia mais sobre o Woodbury Commons Premium Outlet
Outro grande outlet, só que este fica em Long Island, é o Tangers, também uma espécie de cidadezinha, com várias lojas e muitas promoções.
Este é mais popular entre os locais, principalmente porque The Hamptons, em Long Island, é um dos destinos favoritos dos nova-iorquinos no verão.
São 168 lojas no Tangers, para todos os bolsos e gostos e, para chegar lá, você pode pegar o ônibus Hampton Jitney, ou alugar um carro mesmo.
Não há uma tradição de shopping centers em Nova York como os que estamos habituados. Os nova-iorquinos gostam de se pensar como street shoppers, ou "compradores de rua".
Portanto, você não encontrará nenhum grande shopping em Manhattan, apesar de haver alguns pequenos e tímidos, como:
- Manhattan Mall, no Garment District, com uma grande loja com barbadas no subsolo, a JC Penney.
Leia mais sobre o Manhattan Mall
- South Street Seaport, localizado no Pier 17, há algumas lojas legais e diversificada praça de alimentação. O melhor mesmo é o deck com uma vista para a Ponte do Brooklyn.
Leia mais sobre South Street Seaport
- Time Warner Center, em Columbus Circus, é um shopping centers voltado mais para a alta classe, ou seja, preços mais altos, apesar de ser um passeio interessante.
http://www.theshopsatcolumbuscircle.com/
Já no ramo de lojas de departamento, as duas grandes são a Macy's e a Bloomingdale's.
Além delas, outras importantes são a Saks Fifth Avenue, a Bergdof Goodman e a Lord & Taylor, todas na Quinta Avenida. Assim como a maioria das lojas desta avenida, são destinadas ao público adinheirado, mesmo assim são lindas para se conhecer.
Lojas boas e baratas
Esta listagem poderia ser imensa, aliás, seria inesgotável, pois sempre está abrindo boas lojas em Nova York. No entanto, faremos uma listagem daquelas que sempre possuem ótimos preços, mesmo que algumas não vendam grandes marcas.
Old Navy
Algumas filiais em Manhattan, ótimos preços para camisetas e blusas.
http://www.oldnavy.com/
Conway
Baciada com preços inacreditáveis.
Leia mais sobre a Conway
Loehmann's
Outlet com marcas famosas. Não deixe de conferir o "back room". No Chelsea.
http://www.loehmanns.com/
TJ Maxx
Com várias lojas em Manhattan, é uma ótima opção para vestir-se bem sem gastar muito.
http://www.tjmaxx.com/
Uniqlo
Com algumas filiais em Manhattan, vale tanto pelos preços quanto pelo estilo das próprias lojas.
http://www.uniqlo.com/
H&M
Você não precisa torrar toda sua grana para vestir-se bem, por isto passe na H&M. Com várias lojas em Manhattan.
http://www.hm.com/us/
Forever 21
É difícil competir com os preços desta loja, com várias filiais pela cidade.
Leia mais sobre a Forever 21
Zara
Com preços bons durante todo o ano, mas ridiculamente barata em épocas de promoções. Várias filiais por Nova York.
http://www.zara.com/webapp/wcs/stores/servlet/home/us/en
Strawberry
Dedicada ao público feminino, com roupas e acessórios baratíssimos. Várias lojas em Manhattan.
http://www.strawberrystores.com/
DICA DE HOTELARIA...ETC
hotéis em NYC realmente são mais caros. acho que se vc procurar no Booking.com ou Hoteis.com ou Tripadvisor encontrará um que seja do tamanho do seu bolso e agrado. procure ficar perto de uma estação de metro, só não recomendo ficar no bairro Harlem. eu gosto muito de ficar perto do Empire State, desta vez vou ficar no Affinia Dumont na 34th St com a Lexington Avenue, num apart hotel. Café da manhã vc pode tomar num Deli, que tem em inúmeros locais. Alguns lugares bons para fazer compras baratas: Macy's (procure bem que tem muitas liquidações, além de 10% de desconto com o cartão de visitante que vc pega na sobreloja que fica no lado da 34th St; pegue também um mapa da loja, vc vai precisar), Century 21, 4 andares de muita liquidação (na esquina tem uma loja de sushi chamada Bentô que recomendo), Jack's Wold (imperdível, 3 andares com produtos e preços super baratos). Vá, também, ao Wholefoods, enorme e magnífico supermercado com produtos sem agrotóxicos, o maior e melhor é o da Columbus Circle. Não tem somente produtos comestíveis não! Tem produtos de beleza, suplementose vitaminas, produtos de beleza e muito mais... Quanto a produtos eletrônicos, pesquise em 3 lojas: J&R, BHPhoto e Video e Best Buy. Outlet fora de Manhattan: Jersey Garden e WB. Pode ir de ônibus em qualquer um, vá até Port Authority, o primeiro bem mais perto-ida e volta custa US$ 13.00 (cerca 30 min) e o segundo cerca de 1 hora-US$ 42.00.maiores detalhes pesquise no google. Recomendo, outrossim, levar uma mala com rodinha para ir colocando suas compras, o que facilita muito. Farmácia: Wallgreens ou Duane Red. Supermercado em Manhattan (tipo hipermercado) tem o Kmart.
sábado, 30 de novembro de 2013
Jardim do Paço Episcopal - Castelo Branco, Beira Baixa.- Portugal
O Jardim do Paço Episcopal de Castelo Branco revela-se como um dos mais originais exemplares do Barroco em Portugal. Em especial no que respeita à estatuária: aos aspectos simbólicos e à disposiçăo dos seus elementos em percursos temáticos.
Foi o Bispo da Guarda, D. Joăo de Mendonça (1711-1736) que encomendou e provavelmente orientou as obras do Jardim. Mais tarde, já no fim do séc. XVIII, o segundo bispo da Diocese de Castelo Branco, D. Vicente Ferrer da Rocha fez ali obras de algum relevo. Em 1911, o Jardim passa para as măos da Câmara Municipal por arrendamento e em 1919 adquiri-o a título definitivo.
Este jardim Barroco, em forma rectangular, é dominado por balcőes e varandas com guardas de ferro e balaústres de cantaria. Apresenta cinco lagos, com bordos trabalhados, nos quais estăo instalados jogos de água. No patamar intermédio da Escadaria dos Reis existem repuxos e jogos de água surpreendentes.
Por entre os canteiros de buxo erguem-se simbólicas estátuas de granito, em que se destacam os Novíssimos do Homem, Quatro Virtudes Cardeais, as Três Virtudes Teologais, os Signos do Zodíaco, as Partes do Mundo, as Quatro Estaçőes do Ano, o Fogo e a Caça. Dispostos à maneira de escadório, encontram-se representados os Apóstolos e os Reis de Portugal até D. José I.
No patim superior, encontram-se estátuas alusivas ao Antigo Testamento e à simbologia da água como elemento purificador. O Jardim Alagado, tanque floreado de curvas bem delineadas e canteiros de flores, tem ao centro um repuxo de cantaria por três golfinhos entrelaçados e encimados por uma coroa.
O interesse e curiosidade da iconografia do conjunto escultórico resulta do facto de haver uma aliança singular entre o universo religioso e universo panteísta.
Este jardim beneficiou de uma profunda e complexa intervençăo de restauro e conservaçăo, no âmbito do Programa Polis, a nível de tratamento de vegetaçăo, reintroduçăo de espécies vegetais originais, recuperaçăo dos sistemas de águas, iluminaçăo cénica e drenagem.
A intervençăo contemplou também na limpeza da cantaria e recolocaçăo de estátuas nos locais originais, recuperaçăo dos muros e do tanque principal, sob a cascata de Moisés. Durante a intervençăo foi descoberto o sistema hidráulico perfeitamente intacto, construído em 1725, procedendo-se à sua conservaçăo e restauro.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
A cidade brasileira cenário da saga "Crepúsculo"

Saco do Mamanguá, na Costa Verde do Rio, é o local da lua-de-mel dos protagonistas Bella e Edward, em Amanhecer
A imprensa em peso rondava a área em seus helicópteros, fãs alvoroçados gritavam e tentavam uma aproximação (mesmo que a nado), driblando barcos e seguranças espalhados ao redor da pequena Praia das Flores. Lá dentro da mansão, Kristen Stewart e Robert Pattinson incorporavam mais uma vez os protagonistas Bella e Edward nas gravações de "Amanhecer", quarta parte da saga "Crepúsculo" - com lançamento previsto para novembro.
Naqueles dias, a região do Saco do Mamanguá, na Costa Verde do Estado do Rio, vivia seu período mais agitado. Dona Gracinha, que mora a poucos minutos da área tomada pela produção cinematográfica, estranhou o tumulto nada convencional, mas nem por isso se abalou. Seguiu fritando os mais deliciosos bolinhos de chuva para o café da tarde, com a tranquilidade típica dos moradores dali.
Por muitos considerado um fiorde tropical na costa brasileira, este refúgio natural é formada por um longo braço de mar que se forma pertinho de Paraty Mirim e se estende por oito quilômetros. Ao redor, cadeias de montanhas (há até uma versão do Pão de Açúcar), manguezais e as mais tradicionais comunidades caiçaras. Que não desejam nada além de preservar toda aquela paz e sossego.
Para chegar a este paraíso, só mesmo de barco. No passeio comum, eles partem da prainha de Paraty Mirim com destino ao Regato, última comunidade do Mamanguá - paradas para mergulhos em algumas das 33 praias da área também podem ser incluídas. Dali, é hora de sentir a energia do local um pouco mais na pele, em um tour de caiaque.
Remando em águas calminhas, com a brisa do vento batendo e um constante silêncio, chega-se ao riozinho do mangue, que também serve de berçário para espécies variadas. A mata atlântica ali na beira acompanha o percurso, assim como os caranguejos vermelhos e pássaros diversos. Certa força nos braços será necessária, pois uma deliciosa cachoeira só é alcançada após uma hora de remadas
À MESA
Depois do vaivém pelas águas, é com o melhor do cardápio caiçara que o visitante é recebido: arroz, feijão, farofa e frescas postas do peixe parati, típico da região.
O banquete é preparado pelas mãos mágicas de dona Gracinha em sua própria casa, ali no Regato. A hora feliz é enriquecida com histórias e causos das comunidades locais, que cuidam e tiram da natureza seu sustento. Vivem da pesca, do artesanato e, mais recentemente, do turismo sustentável. Se cogitam sair dali e encarar os grandes centros urbanos? Nem pensar.
O papo corre solto e se estende até o cair da tarde sinalizar que o passeio está quase no fim. E também que é chegada a hora de fritar os tais bolinhos de chuva para o café. Não tenha dúvidas, espere por eles. Afinal, para quê a pressa?
SAIBA MAIS:
- Como ir: Paraty Mirim fica a 40 minutos de ônibus de Paraty. Custa R$ 3
- Mamanguá: o passeio de um dia custa R$ 120, com almoço, na interacaoambiental.tur.br
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Como reservar seus voos: viajando por conta própria
A verdade é a seguinte: pode até ser confortável comprar um pacote fechado por um agência de viagens. É ela quem vai determinar a companhia aérea, o hotel e quais locais visitar. Saiba, porém, que você estará pagando MUITO mais do que deveria. Um rápido cálculo comparativo vai provar que pelo menos 30% são de taxas de serviço.
flight2 cacophonyx Como reservar seus voos: viajando por conta própria
Por exemplo: vai pra Londres visitar um amigo e queria conhecer outros países na volta? A melhor coisa é comprar a passagem principal e depois buscar voos baratos nas companhias aéreas low cost, que derrubam o preço das grandonas do mercado.
Quer economizar grana pra poder conhecer mais lugares? Troque os hoteis metidos à besta (que, via agências, cobram muito mais do que seus serviços realmente merecem) e fique em albergues pelo mundo, cuja qualidade e variedade crescem a passos largos. Afinal de contas, um pouco de espírito de aventura e independência cai bem para qualquer viajante, certo?
1º passo: saindo do Brasil
Sites como Decolar.Com e Submarino Viagens são bons para listar as grandes companhias, que fazem as viagens intercontinentais. Antes de escolher o voo, veja bem o número de escalas e o aeroporto final do destino, que pode ser mais longe do que você programa.
Ambos os sites parcelam em 5x sem juros no cartão de crédito – ainda que a primeira parcela (entrada) seja substancialmente maior que as demais. A Submarino ainda parcela em 10x com juros de 2,7% ao mês, dependendo da companhia.
2º passo: viajando entre países – companhias low cost
Sites grandes como aqueles listam apenas as aerolíneas de grande porte, do tipo Tam, Air France e KLM., mas não incluem as chamadas companhias low cost. Então pra quem procura trechos dentro da Europa ou dos EUA, por exemplo, é bem melhor usar um site como SkyScanner.
Easyjet 1WexDub Como reservar seus voos: viajando por conta própriaO site combina mais de 75 companhias “no frills” (“sem frescuras”) pelo mundo e também as grandes do mercado, ordenando pelos preços mais baixos e disponibilidade de datas.
Por low cost, entenda-se que 1) você não terá refeições a bordo e 2) não espere muito espaço para as pernas. É assim que as empresas conseguem baixar os preços. Resumindo: são ideais para viagens curtas.
Na Europa, as duas maiores low cost são a Easyjet e a Ryanair. Há outras várias, mas vamos nos concentrar nessas duas que são as mais populares e com mais variedade de destinos.
Ambas têm prós e contras, mas a Easyjet tem bem mais aceitação por ter menos restrições e taxas extras, especialmente quanto ao check-in e à bagagem permitida. Veja um quadro comparativo:
custos easyjet ryanair Como reservar seus voos: viajando por conta própria.

Via de regra, ficamos assim: se há o mesmo destino disponível em ambas, prefira a Easyjet. Vai dar menos dor de cabeça. Mas a tentação será grande, já que os preços da Ryanair costumam ser bem atraentes.
Para ajudar na decisão, vamos à lista dos países e cidades operados por ambas (clique na figura para aumentar).

Agora algumas dicas de usuários de ambas, para prestar atenção antes de reservar:
► Lembre de checar o aeroporto do destino final. Às vezes não é exatamente na cidade anunciada, e sim a 1 ou 2 horas de viagem (trem/ônibus).
flight jemimus Como reservar seus voos: viajando por conta própria► Os horários dos voos mais baratos podem ser muito cedo pela manhã, o que poderá exigirá transporte (como táxi ou ônibus especial). Então faça o cálculo antes de achar que está fazendo o melhor negócio.
► Em grandes capitais como Londres, as low costs geralmente voam dos aeroportos menores e mais afastados da cidade, o que vai exigir maior deslocamento. Vale checar, sempre, se há metrô ou outro transporte direto do aeroporto na hora de seu voo, para evitar gastos extras.
► Nem a Ryanair nem a EasyJet permitem marcar assento quando fazem a reserva – cobram pelo “priority boarding” £6 e £11, respectivamente. Se fizer questão do melhor lugar possível, chegue cedo ou pague a taxa (no caso de um grupo, um pode pagar e guardar lugar para os outros).
► Dependendo da rota na Europa, vale checar empresas como a Lufthansa e a British Airways que às vezes tem tarifas tão baratas quanto as low cost e, convenhamos, com melhores serviços.
Barato, mas com segurança!
Vale ressaltar que, apesar do menor preço e serviço limitado, as empresas low cost são sim seguras para viajar. As aeronaves não são feitas de material de segunda mão nem são tripuladas por gente desqualificada. Todas elas são submetidas aos mesmos altos padrões de segurança de qualquer outra companhia aérea.
Outro ponto interessante é que as companhias econômicas também podem, de alguma forma, ser consideradas mais ambientalmente responsáveis do que aquelas que operam grandes jumbos. Por não incluir refeições, eles economizam toneladas de plástico usados nas bandejas e outros materiais. E a distribuição mais “apertada” dos passageiros na aeronave – sem a primeira classe – também resulta em uso mais eficiente de combustível, por exemplo.
Dicas Ryanair
CHECK-IN
► Você DEVE fazer o check-in online e imprimir seu cartão de embarque. Quem não o fizer ou não trouxer consigo, paga a exorbitância de £40 por pessoa e por trecho para ser reimpresso no aeroporto.
► É bom já imprimir todos os voos antes de sair de casa, pra não perder tempo depois procurando um lugar com internet e impressora.
► O check-in online custa £6, e é aberto 15 dias e encerra 4 horas antes da viagem. Vale prestar atenção nas promoções (“sales”) dos voos de £6 ou menos, que incluem as taxas extras, incluindo a de check-in.
SEGURO
► O site da Ryanair costuma perguntar em qual país você mora, com o propósito de oferecer seguro. Então lembre-se sempre de marcar o box ”no travel insurance required” na caixa respectiva para evitar de seguro adicional – você pode conseguir o seguro, se quiser, por preços bem mais baratos em outros lugares.
BAGAGEM
► Há diferentes preços para diferentes pesos de sua bagagem: quanto menos levar, menos pagará. Nem um livro pode ser levado na mão para não contar como volume extra!
Dicas Easyjet
PAGAMENTO
► Pagar com cartão de débito é melhor que com cartão de crédito. Para Visa Electron, não há taxa. Com débito, a taxa é de £8 por transação, enquanto que com crédito paga-se as £8 mais £4.95 ou 2,5% (o que for maior). Mas para compras acima de £100, pague com cartão de crédito, pois a lei obriga a administradora a segurar sua compra se houve problemas com a depois.
flight bagagem Marc Lacostejpg Como reservar seus voos: viajando por conta própriaBAGAGEM
► Não há limite de peso para bagagem de mão que o passageiro leva na cabine, mas sim limite de tamanho – as dimensões devem ser, no máximo, 56x45x25cm.
ASSENTOS
► Para clientes assíduos da Easyjet, pode valer a pena adquirir o cartão de fidelidade Plus, que dá direito ao passe “speedy boarding” permanente (para escolher os lugares primeiro). Custa Por £109 (R$ 283) por ano, que comparado às £22 cobradas por cada voo ida-e-volta, pode ser um bom negócio se você fizer mais de 7 voos completos por ano. Ah e uma dica: para famílias/grupos, se um membro tiver o boarding pass, ele pode entrar no avião primeiro e guardar lugar para os outros!
ESPAÇO
► Uma dica “interna”: nunca sente no lado direito das aeronaves depois da fila 14 – a partir dessa área, foram adicionadas duas filas extras, resultando em bem menos espaço. Também evite de sentar no fundão, onde a tripulação costuma “socializar” e vai perturbar seu sono.
Outras aéreas low cost na Europa:
wizzair Como reservar seus voos: viajando por conta própriaAerlingus (também tem vários destinos para os EUA)
Germanings (boas aeronaves e destinos pela Europa)
Condor (várias rotas partindo do Brasil)
Flybe (boa para viajar dentro do Reino Unido)
Vueling (muito popular na Espanha)
Wizzair (boas ofertas para o leste europeu)
Companhias aéreas low cost nos Estados Unidos:
A mesma regra vale para os EUA. Se companhias tradicionais como American Airlines, Delta e United Airlines apresentarem preços meio salgados para sua viagens dentro do país, experimente algumas da principais low cost que operam na América do Norte (e parte da Europa também). Dentre elas:
jetblue1 Como reservar seus voos: viajando por conta própriaAirTran
JetBlue
Virgin America
Southwest
Spirit Airlines
3° passo: economize com hospedagem
Quer fazer o dinheiro render mais na viagem? Ignore as “ofertas” de hoteis das agências de viagem e fique em albergues. Vale tanto pro viajante que quer só uma cama para descansar no fim de um longo dia de passeios, quanto para o turista mais exigente que espera conforto e um pouco mais de mordomia.
Por uma fração do preço de um hotel comum, é possível hoje ficar em albergues com ar condicionado, quartos individuais e luxos como piscina, jacuzzi e jardins privativos. Fora ter a chance de conhecer viajantes do mundo todoe tornar a viagem ainda mais animada.
flight2 cacophonyx Como reservar seus voos: viajando por conta própria
Por exemplo: vai pra Londres visitar um amigo e queria conhecer outros países na volta? A melhor coisa é comprar a passagem principal e depois buscar voos baratos nas companhias aéreas low cost, que derrubam o preço das grandonas do mercado.
Quer economizar grana pra poder conhecer mais lugares? Troque os hoteis metidos à besta (que, via agências, cobram muito mais do que seus serviços realmente merecem) e fique em albergues pelo mundo, cuja qualidade e variedade crescem a passos largos. Afinal de contas, um pouco de espírito de aventura e independência cai bem para qualquer viajante, certo?
1º passo: saindo do Brasil
Sites como Decolar.Com e Submarino Viagens são bons para listar as grandes companhias, que fazem as viagens intercontinentais. Antes de escolher o voo, veja bem o número de escalas e o aeroporto final do destino, que pode ser mais longe do que você programa.
Ambos os sites parcelam em 5x sem juros no cartão de crédito – ainda que a primeira parcela (entrada) seja substancialmente maior que as demais. A Submarino ainda parcela em 10x com juros de 2,7% ao mês, dependendo da companhia.
2º passo: viajando entre países – companhias low cost
Sites grandes como aqueles listam apenas as aerolíneas de grande porte, do tipo Tam, Air France e KLM., mas não incluem as chamadas companhias low cost. Então pra quem procura trechos dentro da Europa ou dos EUA, por exemplo, é bem melhor usar um site como SkyScanner.
Easyjet 1WexDub Como reservar seus voos: viajando por conta própriaO site combina mais de 75 companhias “no frills” (“sem frescuras”) pelo mundo e também as grandes do mercado, ordenando pelos preços mais baixos e disponibilidade de datas.
Por low cost, entenda-se que 1) você não terá refeições a bordo e 2) não espere muito espaço para as pernas. É assim que as empresas conseguem baixar os preços. Resumindo: são ideais para viagens curtas.
Na Europa, as duas maiores low cost são a Easyjet e a Ryanair. Há outras várias, mas vamos nos concentrar nessas duas que são as mais populares e com mais variedade de destinos.
Ambas têm prós e contras, mas a Easyjet tem bem mais aceitação por ter menos restrições e taxas extras, especialmente quanto ao check-in e à bagagem permitida. Veja um quadro comparativo:
custos easyjet ryanair Como reservar seus voos: viajando por conta própria.

Via de regra, ficamos assim: se há o mesmo destino disponível em ambas, prefira a Easyjet. Vai dar menos dor de cabeça. Mas a tentação será grande, já que os preços da Ryanair costumam ser bem atraentes.
Para ajudar na decisão, vamos à lista dos países e cidades operados por ambas (clique na figura para aumentar).

Agora algumas dicas de usuários de ambas, para prestar atenção antes de reservar:
► Lembre de checar o aeroporto do destino final. Às vezes não é exatamente na cidade anunciada, e sim a 1 ou 2 horas de viagem (trem/ônibus).
flight jemimus Como reservar seus voos: viajando por conta própria► Os horários dos voos mais baratos podem ser muito cedo pela manhã, o que poderá exigirá transporte (como táxi ou ônibus especial). Então faça o cálculo antes de achar que está fazendo o melhor negócio.
► Em grandes capitais como Londres, as low costs geralmente voam dos aeroportos menores e mais afastados da cidade, o que vai exigir maior deslocamento. Vale checar, sempre, se há metrô ou outro transporte direto do aeroporto na hora de seu voo, para evitar gastos extras.
► Nem a Ryanair nem a EasyJet permitem marcar assento quando fazem a reserva – cobram pelo “priority boarding” £6 e £11, respectivamente. Se fizer questão do melhor lugar possível, chegue cedo ou pague a taxa (no caso de um grupo, um pode pagar e guardar lugar para os outros).
► Dependendo da rota na Europa, vale checar empresas como a Lufthansa e a British Airways que às vezes tem tarifas tão baratas quanto as low cost e, convenhamos, com melhores serviços.
Barato, mas com segurança!
Vale ressaltar que, apesar do menor preço e serviço limitado, as empresas low cost são sim seguras para viajar. As aeronaves não são feitas de material de segunda mão nem são tripuladas por gente desqualificada. Todas elas são submetidas aos mesmos altos padrões de segurança de qualquer outra companhia aérea.
Outro ponto interessante é que as companhias econômicas também podem, de alguma forma, ser consideradas mais ambientalmente responsáveis do que aquelas que operam grandes jumbos. Por não incluir refeições, eles economizam toneladas de plástico usados nas bandejas e outros materiais. E a distribuição mais “apertada” dos passageiros na aeronave – sem a primeira classe – também resulta em uso mais eficiente de combustível, por exemplo.
Dicas Ryanair
CHECK-IN
► Você DEVE fazer o check-in online e imprimir seu cartão de embarque. Quem não o fizer ou não trouxer consigo, paga a exorbitância de £40 por pessoa e por trecho para ser reimpresso no aeroporto.
► É bom já imprimir todos os voos antes de sair de casa, pra não perder tempo depois procurando um lugar com internet e impressora.
► O check-in online custa £6, e é aberto 15 dias e encerra 4 horas antes da viagem. Vale prestar atenção nas promoções (“sales”) dos voos de £6 ou menos, que incluem as taxas extras, incluindo a de check-in.
SEGURO
► O site da Ryanair costuma perguntar em qual país você mora, com o propósito de oferecer seguro. Então lembre-se sempre de marcar o box ”no travel insurance required” na caixa respectiva para evitar de seguro adicional – você pode conseguir o seguro, se quiser, por preços bem mais baratos em outros lugares.
BAGAGEM
► Há diferentes preços para diferentes pesos de sua bagagem: quanto menos levar, menos pagará. Nem um livro pode ser levado na mão para não contar como volume extra!
Dicas Easyjet
PAGAMENTO
► Pagar com cartão de débito é melhor que com cartão de crédito. Para Visa Electron, não há taxa. Com débito, a taxa é de £8 por transação, enquanto que com crédito paga-se as £8 mais £4.95 ou 2,5% (o que for maior). Mas para compras acima de £100, pague com cartão de crédito, pois a lei obriga a administradora a segurar sua compra se houve problemas com a depois.
flight bagagem Marc Lacostejpg Como reservar seus voos: viajando por conta própriaBAGAGEM
► Não há limite de peso para bagagem de mão que o passageiro leva na cabine, mas sim limite de tamanho – as dimensões devem ser, no máximo, 56x45x25cm.
ASSENTOS
► Para clientes assíduos da Easyjet, pode valer a pena adquirir o cartão de fidelidade Plus, que dá direito ao passe “speedy boarding” permanente (para escolher os lugares primeiro). Custa Por £109 (R$ 283) por ano, que comparado às £22 cobradas por cada voo ida-e-volta, pode ser um bom negócio se você fizer mais de 7 voos completos por ano. Ah e uma dica: para famílias/grupos, se um membro tiver o boarding pass, ele pode entrar no avião primeiro e guardar lugar para os outros!
ESPAÇO
► Uma dica “interna”: nunca sente no lado direito das aeronaves depois da fila 14 – a partir dessa área, foram adicionadas duas filas extras, resultando em bem menos espaço. Também evite de sentar no fundão, onde a tripulação costuma “socializar” e vai perturbar seu sono.
Outras aéreas low cost na Europa:
wizzair Como reservar seus voos: viajando por conta própriaAerlingus (também tem vários destinos para os EUA)
Germanings (boas aeronaves e destinos pela Europa)
Condor (várias rotas partindo do Brasil)
Flybe (boa para viajar dentro do Reino Unido)
Vueling (muito popular na Espanha)
Wizzair (boas ofertas para o leste europeu)
Companhias aéreas low cost nos Estados Unidos:
A mesma regra vale para os EUA. Se companhias tradicionais como American Airlines, Delta e United Airlines apresentarem preços meio salgados para sua viagens dentro do país, experimente algumas da principais low cost que operam na América do Norte (e parte da Europa também). Dentre elas:
jetblue1 Como reservar seus voos: viajando por conta própriaAirTran
JetBlue
Virgin America
Southwest
Spirit Airlines
3° passo: economize com hospedagem
Quer fazer o dinheiro render mais na viagem? Ignore as “ofertas” de hoteis das agências de viagem e fique em albergues. Vale tanto pro viajante que quer só uma cama para descansar no fim de um longo dia de passeios, quanto para o turista mais exigente que espera conforto e um pouco mais de mordomia.
Por uma fração do preço de um hotel comum, é possível hoje ficar em albergues com ar condicionado, quartos individuais e luxos como piscina, jacuzzi e jardins privativos. Fora ter a chance de conhecer viajantes do mundo todoe tornar a viagem ainda mais animada.
segunda-feira, 20 de junho de 2011
O que fazer nos EUA – Nova York,
Nova York
O que dizer da capital do mundo? Apenas que é bom você reservar uns bons dias (semanas?) pra descobrir e explorar a metrópole mais vibrante do planeta.
Veja a listas dos alberguer no site:
http://pt.hostelbookers.com/albergues/eua/nova-iorque/
I) Mais que um meio de transporte, a Staten Island Ferry é uma atração por si só. Os visitantes podem fazer a viagem de 25 minutos de graça, entre Lower Manhattan e Staten Island. É o caminho para chegar até a Estátua da Liberdade e, de quebra, tem-se algumas vistas incríveis de NYC. A balsa deixa os passageiros no Terminal St. George. Funciona 24 horas por dia. Para horários específicos, consulte: http://www.siferry.com/SIFerry_Schedules.aspx
II) Se Los Angeles não estiver no roteiro de viagem, ou se cinema e celebridades for mesmo a sua praia, vale fazer um tour guiado com a Celebrity Planet. Escolha entre “Gangster Tour”, “Sex and the City”, “Superhero”, “Music Tour”, “The Celebrity Tour” e veja de perto casa de estrelas como Madonna, Angelina Jolie, Bono e Bruce Willis, sets de filmes e séries de sucesso. O passeio pode ser a pé – US$ 25 (R$ 40), durando de 1,5 a 2 horas – ou em alto estilo com chofer – US$ 120 (R$ 192) e 3 horas de duração.
III) Uma das maiores e mais importantes do mundo, a Biblioteca Pública de Nova York (New York Public Library) merece uma visita, nem que seja para apreciar a beleza de seus prédios. São mais 44 milhões de itens, incluindo 16 milhões de livros. Há sedes em Manhattan, no Bronx e Staten Island (confira os endereços).
IV) Programado para inaugurar em 11 de setembro de 2011, exatos 10 anos após os ataques terroristas de Nova York, o National September 11 Memorial & Museum no World Trade Center promete virar um ponto de enorme interesse turístico. Será um espaço para homenagear os 3 mil mortos nos ataques de 11/9/11 e de 26/2/93, com mais 32 mil m² de área, com fontes, cascatas e museu. Até lá, dá pra visitar gratuitamente o 9/11 Memorial Preview Site, que dá uma prévia do que vai ser o memorial.
V) É claro que você vai ir no Central Park, então nem precisa falar muito dele. Mas como alternativa, vale dar uma conferida no Prospect Park no Brooklyn, com seus 236 hectares. O destaque é o Long Meadow, prado imenso de mais de 1,5km, muito popular para esportes, piqueniques e, no verão, para shows gratuitos. Tem ainda lago pra pescar, uma floresta natural com mais de 30 mil árvores e um zoológico que inclui pandas-vermelhos (raposa-de-fogo) e cangurus!

10 coisas grátis para fazer em Nova York
Lar de atrações mundialmente famosas como a Estátua da Liberdade, Empire State Building, Central Park e a Times Square, a cidade de Nova York é certamente um dos destinos turísticos mais populares do mundo.
No entanto, mesmo que você possa ficar em um albergue em Nova York pagando uma fração do preço de um hotel, uma viagem para NYC pode ser meio cara – especialmente para quem a visita pela primeira vez.
Pensando nos mochileiros que pensam em ir pra lá com um orçamento mais econômico, organizamos uma listinha de coisas grátis para fazer em Nova York, para que você possa aproveitar a Big Apple sem ter que entrar no vermelho.
1. Tome um banho de cultura nos museus
Para os fãs de cultura, Nova York é um prato cheio. O que não falta são excelentes museus, galerias de arte e exposições. Galerias renomadas como a Guggenheim certamente valem uma visita, mas vão lhe custar algumas dezenas de dólares, o que pode atrapalhar seu orçamento.
Para ajudar você a economizar para fazer aquelas comprinhas na Bloomingdale´s ou tentar aquele ingresso para ver os Knicks, a dica é pesquisar sobre os dias e horários gratuitos dos museus, quase sempre presentes. Um dos mais legais é o Museu de Arte Moderna (MoMA), que abre as portas para o público às sextas-feiras, entre 16h e 20h. Algumas galerias super bacanas como Gagosian Uptown, PaceWildestein e Canada Gallery são sempre gratuitas, assim como o interessante Museu da Imigração em Ellis Island.
Agora para um verdadeiro show gratuito de cultura, a dica é programar a visita para junho, quando acontece o Museum Mile Festival. Em 2011, será dia 14 (entre 18h e 21h), quando nove dos museus da 5ª Avenida abrem suas portas de graça para os visitantes. São eles: Museum for African Art, El Museo del Barrio, Museum of the City of New York, The Jewish Museum, Cooper Hewitt/National Design Museum/Smithsonian Institution, National Academy Museum and School of Fine Arts, Solomon R. Guggenheim Museum, Neue Galerie New York, Goethe-Institut/German Cultural Center e The Metropolitan Museum of Art. Tem ainda música ao vivo, exibições especiais, atividades para crianças e o tráfego é fechado na 5ª Avenida.
2. Banque o Indiana Jones no Alley Pond Park
Se seu instinto aventureiro anda em alta, ele pode sim ser posto em prática em Nova York! No Alley Pond Park, no Queens, um “curso de aventura” vai divertir a família toda (qualquer um acima de 8 anos). Você pode escalar muros de pedras, andar na corda bamba, fazer tirolesa ou até ser jogado de uma catapulta humana!
Divertido, certo? E tudo de graça. Mas é preciso chegar cedo, já que o esquema é por ordem de chegada, com cada sessão para até 40 pessoas. As sessões acontecem aos domingos, às 10h e 13h30, entre maio e novembro (conforme condições climáticas adequadas). Não é preciso registro antecipado, sendo que as inscrições são no dia, a partir das 9h e depois às 13h. Grupos muito grandes podem ser recusados.
Se ficar balançando a 15 metros de altura não é muito a sua praia, então o Parkhouse no Nelson A. Rockefeller Park pode ser outra boa opção para uma diversão ao ar livre. Só com um documento de identidade, você tem acesso a um monte de esportes e jogos para participar à vontdade, de ping-pong a frisbees, até raquetes de badminton e bastões de lacrosse.
3. Faça uma boquinha na faixa
Depois de tanta atividade, bem provável que você fique com uma fome danada. Há muita opção de lugar barato para comer em Nova York, e geralmente com porções de tamanhos bem fartos. Mas pra que pagar se você pode ter de graça, não é mesmo?

De bares a mercados de rua, o segredo é vasculhar! Se você quer alguma coisa grátis pra comer enquanto toma uma cerveja, então Rodeo Bar na 3ª Avenida com Rua 27 é uma boa opção para o happy hour. Qualquer bebida comprada durante o happy “hour” (muito generoso, por sinal – das 16h às 21h diariamente), dão direito a nachos com queijo ou asinhas de frango – tempo mais do que suficiente para forrar o estômago!
Outra dica é ir até a Macy’s Herald Square em qualquer terça, quinta ou sábado, sentar e relaxar enquanto um chef profissional prepara seus quitutes na Cellar Ktichen. As demonstrações costumam durar só uma hora, então é bom chegar cedo (antes das 13h) para garantir lugar. Afinal, comida de graça e ainda de primeira!
4. Ganhe uma transformação em uma loja de departamentos
Fato que alguma parte de sua viagem será gasta em comprinhas. Com tanta loja de departamentos de primeira classe em Nova York, vai ser quase impossível não acabar gastando em uma delas. Mas, dá pra se “vingar”, digamos. Você pode, por exemplo, ter um pouco do seu gasto “recompensado”, aproveitando os “trunk shows” de estilistas que vão à cidade promover sua linha de roupas ou maquiagem, oferecendo limpezas de pele, massagense e verdadeiras “transformações”.
Saks Fifth Avenue e Bloomingdale’s frequentemente oferecem tais promoções, então se você tiver mesmo sorte, sua visita pode concidir com uma festinha envolvendo um monte de canapés e coqueteis bacanas. Geralmente, se você ver menção de um DJ na programação, é um bom indicador que algo legal poderá estar acontecendo por lá.
5. Beba uma cerveja grátis num bar bacana
Enquanto manicures e limpezas de pele na Bloomingdale’s podem ter pouco apelo para os rapazes em Nova York, tomar uma cerveja de graça e em alguns dos melhores bares da cidade, as chances são bem maiores.
Diversos bares oferem drinques gratuitos em diferentes noites da semana, mas a chamada “Meet the Brewer” nas noites de terça do Beirkraft no Brooklyn (5ª Avenida entre Berkley Place e Union Street) está entre os hits da cidade. A partir das 19h, você pode provar até seis tipos de cervejas de cervejarias convidadas e aprender um pouco mais sobre o que você está bebendo. O bar é ótimo por si só, e serve uma variedade de comida pra lá de decente, incluindo uns bons petisquinhos que acompanham suas degustações.
Às quartas, o Mercury Bar na 3ª Avenida (entre as Ruas 33 e 34), dedica uma hora (das 20h às 21h) para as moças, com coqueteis de graça! Rapazes, lamentamos em informar mas vocês terão que pagar preço normal – mas, boa notícia, os preços são super razoáveis e há telões espalhados com esportes passando direto!
6. Dê boas risadas com shows gratuitos de comédia
Comédia é algo que os americanos fazem de melhor. Os shows de stand-up comedy são um clássico para quem vai a Nova York e são diversos os clubes que oferecem de noitesgratuitas.
nyc free comedy 10 coisas grátis para fazer em Nova YorkASSSSCAT 3000 sempre tem alguma estrela famosa do Saturday Night Live e 30 Rock, e certamente serão duas ou três horas de muita diversão no Upright Citizens Brigade Theatre. Você tem que chegar cedo para conseguir ingresso para o show dos domingos às 21h30 – as entradas gratuitas são distribuídas a partir das 20h15, mas tem gente fazendo fila bem antes.
As apresentações do Whiplash, também no Upright Citizens Brigade Theatre, são às segundas, 23, e bem menos lotadas. O lendário comediante Leo Allen é o anfitrião do show, que geralmente surpreende a plateia com alguns dos principais nomes do circuito de stand-up aparecendo por lá.
7. Aprenda a dançar no Dance Manhattan
Se o seu negócio é mexer as cadeiras, não perca essa! Dance Manhattan é uma das mais prestigiadas escolas de dança de Nova York, e palco de treinamento de alguns dos melhores dançarinos contemporâneos do país.
Uma vez por mês, eles abrem as portas para o público, oferecendo aulas de dança gratuitas, seguidas por uma festa e uma performance da escola de dança.
A data dessa noite especial varia todo mês, então é preciso checar o site do Dance Manhattan para os destalhes e como participar.
8. Assista Shakespeare de graça em um estacionamento
Quando Shakespeare escreveu Romeo e Julieta ou Hamlet não havia carro muito menos estacionamento, mas isso esse é exatamente o ambiente que você terá com a turma do Shakespeare in the Parking Lot. É um jeito totalmente diferente de assistir a uma peça do bardo inglês em plena Nova York, mais precisamente em um estacionamento do East Side na Rua Broome. Certamente vale dar uma olhada (de quinta a sábado, 20h). Dá pra levar cadeira ou, se chegar cedo, conseguir um lugarzinho por lá mesmo.
9. Veja um filme no Museu de Arte Moderna
O Museu de Arte Moderna (MoMA) talvez não seja o primeiro lugar que você pensa para assistir a um filme, e certamente não vai estar exibindo o último blockbuster de Hollywood. Mas se você é um cinéfilo ou tá de bobeira numa sexta à tarde, pode valer a pena.
O MoMA exibe filmes de todo o planeta, geralmente sob algum tema ou mostra, e com foco em filmes de menor apelo popular (ou seja, mais difíceis de encontrar em outros cinemas). Mas não se engane: mesmo sendo um tanto “obscuros”, as sessões gratuitas das sextas-feiras esgotam rapidinho.
O “ingresso” deve ser retirado entre 16h e 20h. As filas tendem a diminuir lá pelas 18h, mas aí pode ser tarde. Vale sim chegar cedo, até porque o próprio museu está aberto gratuitamente neste horário, e vai ocupar bem o seu tempo antes de o filme começar.
10. Dê uma volta pela Brooklyn Bridge
Não são todas as super atrações de Nova York que custam dinheiro. Um passeio pelo lindoCentral Park não custa nada, assim como uma volta pela nyc free brooklyn 10 coisas grátis para fazer em Nova YorkBrooklyn Beach de Manhattan para o Brooklyn.
A Brooklyn Bridge é certamente um must para quem visita Nova York. De lá tem-se algumas das melhores vistas da cidade, de dia ou de noite.
Você pode combinar seu passeio pela ponte com uma volta pelo calçadão de quase 5km na Coney Island, que também é gratuito. O que não dá pra garantir é que você não vai sentir fome e ter que abrir o bolso para comprar um delicioso hot dog do Nathan´s no caminho de volta pela ponte!
Há muitas e muitas coisas gratuitas para ver e fazer em Nova York. A dica básica é ficar sempre de olhos e ouvidos atentos porque sempre tem alguma coisa acontecendo em algum lugar – afinal é a cidade que nunca dorme!
Mais duas dicas:
* Peça um cartão de descontos no balcão de informações da Macy’s, para ter 20% nas compras como cidadão não-americano.
* Siga o NYCGO, o portal oficial da cidade, no Twitter e no Facebook, agora com canais exclusivos em português, o que é sempre uma mão na rod
O que dizer da capital do mundo? Apenas que é bom você reservar uns bons dias (semanas?) pra descobrir e explorar a metrópole mais vibrante do planeta.
Veja a listas dos alberguer no site:
http://pt.hostelbookers.com/albergues/eua/nova-iorque/
I) Mais que um meio de transporte, a Staten Island Ferry é uma atração por si só. Os visitantes podem fazer a viagem de 25 minutos de graça, entre Lower Manhattan e Staten Island. É o caminho para chegar até a Estátua da Liberdade e, de quebra, tem-se algumas vistas incríveis de NYC. A balsa deixa os passageiros no Terminal St. George. Funciona 24 horas por dia. Para horários específicos, consulte: http://www.siferry.com/SIFerry_Schedules.aspx
II) Se Los Angeles não estiver no roteiro de viagem, ou se cinema e celebridades for mesmo a sua praia, vale fazer um tour guiado com a Celebrity Planet. Escolha entre “Gangster Tour”, “Sex and the City”, “Superhero”, “Music Tour”, “The Celebrity Tour” e veja de perto casa de estrelas como Madonna, Angelina Jolie, Bono e Bruce Willis, sets de filmes e séries de sucesso. O passeio pode ser a pé – US$ 25 (R$ 40), durando de 1,5 a 2 horas – ou em alto estilo com chofer – US$ 120 (R$ 192) e 3 horas de duração.
III) Uma das maiores e mais importantes do mundo, a Biblioteca Pública de Nova York (New York Public Library) merece uma visita, nem que seja para apreciar a beleza de seus prédios. São mais 44 milhões de itens, incluindo 16 milhões de livros. Há sedes em Manhattan, no Bronx e Staten Island (confira os endereços).
IV) Programado para inaugurar em 11 de setembro de 2011, exatos 10 anos após os ataques terroristas de Nova York, o National September 11 Memorial & Museum no World Trade Center promete virar um ponto de enorme interesse turístico. Será um espaço para homenagear os 3 mil mortos nos ataques de 11/9/11 e de 26/2/93, com mais 32 mil m² de área, com fontes, cascatas e museu. Até lá, dá pra visitar gratuitamente o 9/11 Memorial Preview Site, que dá uma prévia do que vai ser o memorial.
V) É claro que você vai ir no Central Park, então nem precisa falar muito dele. Mas como alternativa, vale dar uma conferida no Prospect Park no Brooklyn, com seus 236 hectares. O destaque é o Long Meadow, prado imenso de mais de 1,5km, muito popular para esportes, piqueniques e, no verão, para shows gratuitos. Tem ainda lago pra pescar, uma floresta natural com mais de 30 mil árvores e um zoológico que inclui pandas-vermelhos (raposa-de-fogo) e cangurus!

10 coisas grátis para fazer em Nova York
Lar de atrações mundialmente famosas como a Estátua da Liberdade, Empire State Building, Central Park e a Times Square, a cidade de Nova York é certamente um dos destinos turísticos mais populares do mundo.
No entanto, mesmo que você possa ficar em um albergue em Nova York pagando uma fração do preço de um hotel, uma viagem para NYC pode ser meio cara – especialmente para quem a visita pela primeira vez.
Pensando nos mochileiros que pensam em ir pra lá com um orçamento mais econômico, organizamos uma listinha de coisas grátis para fazer em Nova York, para que você possa aproveitar a Big Apple sem ter que entrar no vermelho.
1. Tome um banho de cultura nos museus
Para os fãs de cultura, Nova York é um prato cheio. O que não falta são excelentes museus, galerias de arte e exposições. Galerias renomadas como a Guggenheim certamente valem uma visita, mas vão lhe custar algumas dezenas de dólares, o que pode atrapalhar seu orçamento.
Para ajudar você a economizar para fazer aquelas comprinhas na Bloomingdale´s ou tentar aquele ingresso para ver os Knicks, a dica é pesquisar sobre os dias e horários gratuitos dos museus, quase sempre presentes. Um dos mais legais é o Museu de Arte Moderna (MoMA), que abre as portas para o público às sextas-feiras, entre 16h e 20h. Algumas galerias super bacanas como Gagosian Uptown, PaceWildestein e Canada Gallery são sempre gratuitas, assim como o interessante Museu da Imigração em Ellis Island.
Agora para um verdadeiro show gratuito de cultura, a dica é programar a visita para junho, quando acontece o Museum Mile Festival. Em 2011, será dia 14 (entre 18h e 21h), quando nove dos museus da 5ª Avenida abrem suas portas de graça para os visitantes. São eles: Museum for African Art, El Museo del Barrio, Museum of the City of New York, The Jewish Museum, Cooper Hewitt/National Design Museum/Smithsonian Institution, National Academy Museum and School of Fine Arts, Solomon R. Guggenheim Museum, Neue Galerie New York, Goethe-Institut/German Cultural Center e The Metropolitan Museum of Art. Tem ainda música ao vivo, exibições especiais, atividades para crianças e o tráfego é fechado na 5ª Avenida.
2. Banque o Indiana Jones no Alley Pond Park
Se seu instinto aventureiro anda em alta, ele pode sim ser posto em prática em Nova York! No Alley Pond Park, no Queens, um “curso de aventura” vai divertir a família toda (qualquer um acima de 8 anos). Você pode escalar muros de pedras, andar na corda bamba, fazer tirolesa ou até ser jogado de uma catapulta humana!
Divertido, certo? E tudo de graça. Mas é preciso chegar cedo, já que o esquema é por ordem de chegada, com cada sessão para até 40 pessoas. As sessões acontecem aos domingos, às 10h e 13h30, entre maio e novembro (conforme condições climáticas adequadas). Não é preciso registro antecipado, sendo que as inscrições são no dia, a partir das 9h e depois às 13h. Grupos muito grandes podem ser recusados.
Se ficar balançando a 15 metros de altura não é muito a sua praia, então o Parkhouse no Nelson A. Rockefeller Park pode ser outra boa opção para uma diversão ao ar livre. Só com um documento de identidade, você tem acesso a um monte de esportes e jogos para participar à vontdade, de ping-pong a frisbees, até raquetes de badminton e bastões de lacrosse.
3. Faça uma boquinha na faixa
Depois de tanta atividade, bem provável que você fique com uma fome danada. Há muita opção de lugar barato para comer em Nova York, e geralmente com porções de tamanhos bem fartos. Mas pra que pagar se você pode ter de graça, não é mesmo?

De bares a mercados de rua, o segredo é vasculhar! Se você quer alguma coisa grátis pra comer enquanto toma uma cerveja, então Rodeo Bar na 3ª Avenida com Rua 27 é uma boa opção para o happy hour. Qualquer bebida comprada durante o happy “hour” (muito generoso, por sinal – das 16h às 21h diariamente), dão direito a nachos com queijo ou asinhas de frango – tempo mais do que suficiente para forrar o estômago!
Outra dica é ir até a Macy’s Herald Square em qualquer terça, quinta ou sábado, sentar e relaxar enquanto um chef profissional prepara seus quitutes na Cellar Ktichen. As demonstrações costumam durar só uma hora, então é bom chegar cedo (antes das 13h) para garantir lugar. Afinal, comida de graça e ainda de primeira!
4. Ganhe uma transformação em uma loja de departamentos
Fato que alguma parte de sua viagem será gasta em comprinhas. Com tanta loja de departamentos de primeira classe em Nova York, vai ser quase impossível não acabar gastando em uma delas. Mas, dá pra se “vingar”, digamos. Você pode, por exemplo, ter um pouco do seu gasto “recompensado”, aproveitando os “trunk shows” de estilistas que vão à cidade promover sua linha de roupas ou maquiagem, oferecendo limpezas de pele, massagense e verdadeiras “transformações”.
Saks Fifth Avenue e Bloomingdale’s frequentemente oferecem tais promoções, então se você tiver mesmo sorte, sua visita pode concidir com uma festinha envolvendo um monte de canapés e coqueteis bacanas. Geralmente, se você ver menção de um DJ na programação, é um bom indicador que algo legal poderá estar acontecendo por lá.
5. Beba uma cerveja grátis num bar bacana
Enquanto manicures e limpezas de pele na Bloomingdale’s podem ter pouco apelo para os rapazes em Nova York, tomar uma cerveja de graça e em alguns dos melhores bares da cidade, as chances são bem maiores.
Diversos bares oferem drinques gratuitos em diferentes noites da semana, mas a chamada “Meet the Brewer” nas noites de terça do Beirkraft no Brooklyn (5ª Avenida entre Berkley Place e Union Street) está entre os hits da cidade. A partir das 19h, você pode provar até seis tipos de cervejas de cervejarias convidadas e aprender um pouco mais sobre o que você está bebendo. O bar é ótimo por si só, e serve uma variedade de comida pra lá de decente, incluindo uns bons petisquinhos que acompanham suas degustações.
Às quartas, o Mercury Bar na 3ª Avenida (entre as Ruas 33 e 34), dedica uma hora (das 20h às 21h) para as moças, com coqueteis de graça! Rapazes, lamentamos em informar mas vocês terão que pagar preço normal – mas, boa notícia, os preços são super razoáveis e há telões espalhados com esportes passando direto!
6. Dê boas risadas com shows gratuitos de comédia
Comédia é algo que os americanos fazem de melhor. Os shows de stand-up comedy são um clássico para quem vai a Nova York e são diversos os clubes que oferecem de noitesgratuitas.
nyc free comedy 10 coisas grátis para fazer em Nova YorkASSSSCAT 3000 sempre tem alguma estrela famosa do Saturday Night Live e 30 Rock, e certamente serão duas ou três horas de muita diversão no Upright Citizens Brigade Theatre. Você tem que chegar cedo para conseguir ingresso para o show dos domingos às 21h30 – as entradas gratuitas são distribuídas a partir das 20h15, mas tem gente fazendo fila bem antes.
As apresentações do Whiplash, também no Upright Citizens Brigade Theatre, são às segundas, 23, e bem menos lotadas. O lendário comediante Leo Allen é o anfitrião do show, que geralmente surpreende a plateia com alguns dos principais nomes do circuito de stand-up aparecendo por lá.
7. Aprenda a dançar no Dance Manhattan
Se o seu negócio é mexer as cadeiras, não perca essa! Dance Manhattan é uma das mais prestigiadas escolas de dança de Nova York, e palco de treinamento de alguns dos melhores dançarinos contemporâneos do país.
Uma vez por mês, eles abrem as portas para o público, oferecendo aulas de dança gratuitas, seguidas por uma festa e uma performance da escola de dança.
A data dessa noite especial varia todo mês, então é preciso checar o site do Dance Manhattan para os destalhes e como participar.
8. Assista Shakespeare de graça em um estacionamento
Quando Shakespeare escreveu Romeo e Julieta ou Hamlet não havia carro muito menos estacionamento, mas isso esse é exatamente o ambiente que você terá com a turma do Shakespeare in the Parking Lot. É um jeito totalmente diferente de assistir a uma peça do bardo inglês em plena Nova York, mais precisamente em um estacionamento do East Side na Rua Broome. Certamente vale dar uma olhada (de quinta a sábado, 20h). Dá pra levar cadeira ou, se chegar cedo, conseguir um lugarzinho por lá mesmo.
9. Veja um filme no Museu de Arte Moderna
O Museu de Arte Moderna (MoMA) talvez não seja o primeiro lugar que você pensa para assistir a um filme, e certamente não vai estar exibindo o último blockbuster de Hollywood. Mas se você é um cinéfilo ou tá de bobeira numa sexta à tarde, pode valer a pena.
O MoMA exibe filmes de todo o planeta, geralmente sob algum tema ou mostra, e com foco em filmes de menor apelo popular (ou seja, mais difíceis de encontrar em outros cinemas). Mas não se engane: mesmo sendo um tanto “obscuros”, as sessões gratuitas das sextas-feiras esgotam rapidinho.
O “ingresso” deve ser retirado entre 16h e 20h. As filas tendem a diminuir lá pelas 18h, mas aí pode ser tarde. Vale sim chegar cedo, até porque o próprio museu está aberto gratuitamente neste horário, e vai ocupar bem o seu tempo antes de o filme começar.
10. Dê uma volta pela Brooklyn Bridge
Não são todas as super atrações de Nova York que custam dinheiro. Um passeio pelo lindoCentral Park não custa nada, assim como uma volta pela nyc free brooklyn 10 coisas grátis para fazer em Nova YorkBrooklyn Beach de Manhattan para o Brooklyn.
A Brooklyn Bridge é certamente um must para quem visita Nova York. De lá tem-se algumas das melhores vistas da cidade, de dia ou de noite.
Você pode combinar seu passeio pela ponte com uma volta pelo calçadão de quase 5km na Coney Island, que também é gratuito. O que não dá pra garantir é que você não vai sentir fome e ter que abrir o bolso para comprar um delicioso hot dog do Nathan´s no caminho de volta pela ponte!
Há muitas e muitas coisas gratuitas para ver e fazer em Nova York. A dica básica é ficar sempre de olhos e ouvidos atentos porque sempre tem alguma coisa acontecendo em algum lugar – afinal é a cidade que nunca dorme!
Mais duas dicas:
* Peça um cartão de descontos no balcão de informações da Macy’s, para ter 20% nas compras como cidadão não-americano.
* Siga o NYCGO, o portal oficial da cidade, no Twitter e no Facebook, agora com canais exclusivos em português, o que é sempre uma mão na rod
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Os 10 melhores destinos do mundo para viajantes

A cidade do Rio de Janeiro ficou na quinta colocação em um ranking dos 25 melhores destinos do mundo para viajantes em 2011, segundo revela pesquisa feita pelo site Trip Advisor.
De acordo com o levantamento, a capital fluminense ficou à frente de destinos consagrados como Nova York, Roma, Londres e Barcelona, que ocuparam, respectivamente, a 6ª, 7ª, 8ª e 9ª posições.
A Cidade do Cabo, na África do Sul, ficou em primeiro lugar, seguida por Sidney - Austrália, Machu Picchu - Peru e Paris - França. Completando os dez primeiros lugares do ranking está Hong Kong, na décima colocação.
Confira aqui a lista e detalhes sobre o turismo das 10 principais cidades.
Os 10 melhores destinos do mundo para viajantes
1º - Cidade do Cabo - A Cidade do Cabo é uma importante região da África do Sul e conhecida por suas paisagens exuberantes. A indústria do turismo é responsável por 9,8% do PIB da província e emprega 9,6% dos trabalhadores nesta área. Em 2004, mais de 1,5 milhões de turistas internacionais visitaram a área.
2º - Sydney
Sydney é a cidade mais populosa da Austrália, muitas vezes confundida como capital do país, que na verdade é Camberra. A cidade contém diversos cartões postais e um clima muito favorável para os turistas de verão. A Ópera de Sydney e a Ponte da Baía de Sydney, as duas em destaque na foto, são as principais atrações.
3º - Machu Picchu
A 'cidade perdida dos Incas', localizada em uma montanha no Peru, é um dos pontos históricos mais visitados do país e é considerado patrimônio mundial da UNESCO. As cidades vizinhas, Águas Calientes e Cusco, fornecem infraestrutura completa para o visitante do local.
4º - Paris
Paris é a cidade mais visitada da França graças aos seus parques, museus, avenidas e sua arquitetura. Em dados de 2004, a cidade recebeu cerca de 25 milhões de turistas, segundo a Secretaria de Turismo e Congressos da cidade. Com este grande volume de visitantes se mantendo até hoje, o turismo se propaga como o maior setor econômico do local.
5º - Rio de Janeiro
A cidade do Rio de Janeiro, famosa por suas praias, seus habitantes e suas lindas paisagens, é a segunda maior metrópole do Brasil. É também a cidade brasileira mais conhecida no exterior e a maior rota do turismo internacional no Brasil, compondo grande parte da sua fatia econômica neste mercado.
6º - Nova York
Nova York, considerada uma cidade global por sua impôrtancia econômica e cultural, é um destino fascinante e com milhares de opções para diversão. Diversos monumentos importante residem na cidade, como a Estátua da Liberdade, a sede da ONU e a Times Square, em destaque na foto. Segundo uma pesquisa de 2005, cerca de 170 idiomas eram falados na cidade e 36% de sua população tinha nascido fora dos Estados Unidos.

7º - Roma
Roma, a capital da Itália, é conhecida internacionalmente como 'A Cidade Eterna' por sua história milenar. Sendo um dos símbolos da civilização europeia, a cidade tem em seu inteiror o estado do Vaticano, residência oficial do Papa e destino para milhões de fiés católicos. Na parte antiga da cidade estão inúmeras ruínas e monumentos, datados especialmente da época do Império Romano e do Renascimento. Assim como os destinos apresentados anteriormente, o turismo possui um papel vital na economia da cidade.
8º - Londres
Londres é um dos principais destinos turísticos do mundo, gerando cerca de 280 a 350 mil empregos na cidade e representando estimados 10% do produto nacional bruto, segundo o governo britânico.Aproximadamente 27 milhões de pessoas visitam a cidade por ano, gerando lucro nas lojas de luxo e pontos de compras na cidade, assim como apreciando os diversos monumentos históricos presentes na região.
9º - Barcelona
Barcelona, capital e maior cidade da comunidade autônoma da Catalunha, localizada no nordeste da Espanha, é também a segunda maior cidade do páis, ficando atrás de Madri. Graças a sua arquitetura, museus e monumentos famosos, a cidade é um ótimo destino para se conhecer. O seu time de futebol, o Barcelona, atualmente considerado por muitos como o melhor do mundo, também é reponsável por atrair um grande número de turistas para a região.
10º - Hong Kong
Uma região quase independente da China, Hong Kong é famosa por seus arranha-céus e por ser um lugar exótico, onde o Ocidente encontra com o Oriente. Isso é refletido em sua gastronomia, cinema, música e tradições, atraindo milhares de turistas curiosos para conhecer a região. O fluxo de turistas aumentou consideravelmente a partir de 2003, com o Esquema de Visita Individual, em acordo com a China continental, permitindo que algumas cidades da China possam visitar Hong Kong sem o acompanhamento de um grupo de turistas. A abertura da Hong Kong Disneyland Resort também contribui para o crescimento do turismo no local
Com o mundo nas costas
EDIÇÃO: LUCIANA VICÁRIA

Para ser mochileiro, até algum tempo atrás, era preciso ter menos de 30 anos, ideias libertárias, pouco dinheiro no bolso e disposição para pernoitar em locais pouco confortáveis. Esse Mochileiro ainda existe, mas há cada vez mais viajantes com outros perfis que também resolveram rodar o mundo fora do esquema das agências de viagens. “Mochilar” virou programa de família e até roteiro de lua de mel. Conheça os principais perfis de mochileiro e os destinos mais indicados a cada um deles.
Boa parte dos mochileiros brasileiros, ao contrário do que se imagina, estuda em detalhes os lugares que pretende visitar. “O viajante daqui tem pressa, passa menos tempo fora do país (no máximo 40 dias)”, diz Gumercindo Soares, “turismólogo” especialista em mochilões. “Os estrangeiros passam de seis meses a um ano viajando.” É por isso que o webmaster Silnei Andrade, de 37 anos, do site mochileiros.com, o mais acessado do país, só sai de casa com tudo reservado, da passagem aérea ao ingresso do museu. “É uma forma de fazer o tempo render mais e ainda economizar dinheiro.”
Ter em mãos um roteiro prévio, no entanto, é uma antítese aos princípios originais dos mochileiros: jovens anarquistas que saíam pelo mundo em busca de aventuras em meados da década de 50. Os mochileiros americanos foram os precursores do movimento hippie da década de 60. Nos anos 80, a prática conquistou multidões de jovens estudantes, que queriam belas paisagens e pessoas interessantes. Desde então, vem se popularizando.
Estima-se que existam 2 milhões de mochileiros ao redor do mundo, segundo a maior organização que os representa, nos Estados Unidos. Mas o número de pessoas que desejam se tornar um deles é até três vezes maior, dizem os especialistas. “O mais difícil é a primeira ‘mochilada’”, diz o americano Collin Johnson, dono de uma empresa texana que ajuda viajantes independentes a programar a própria viagem. “Gosto da sensação de estar livre e resolver as coisas no momento em que elas acontecem”, diz o engenheiro capixaba Yuri Scaramussa, que passou 40 dias na Índia sem reserva de hotéis. Yuri prefere o risco de decidir na hora às amarras de uma viagem programada.

Um dos princípios básicos dos mochileiros é o desapego. Levar pouca bagagem e comprar o mínimo durante a viagem. Mas alguns dos novos adeptos fogem à regra e, simplesmente, não conseguem voltar para casa sem uma lembrança material do lugar que visitaram. É o caso de 65 jovens amigas americanas. Elas doam peças de roupa ao longo do trajeto para conseguir espaço na mala. Chegam em casa só com o que está no corpo. “Às vezes somos criticadas pelo ímpeto consumista”, diz Sarah Ritchie, uma das mais antigas mochileiras do grupo. “Qual é o problema de unir uma viagem independente a um desejo feminino tão latente?”
Ritchie divide os mochileiros em três categorias: os sociais, que buscam encontrar pessoas nas viagens; os aventureiros, para quem o roteiro só vale se incluir uma dose de adrenalina (como travessias de bicicleta, escaladas e rafting); e os culturais, que querem conhecer a história do local e visitar pontos turísticos. Há destinos que caem melhor a cada perfil de viajante (como mostra o quadro abaixo).




A boa notícia é que a vida do mochileiro está mais fácil hoje em dia. Há pelo menos 250 sites e blogs em português e cerca de 1.600 em inglês. Os fóruns de internautas promovem longas discussões sobre atos aparentemente banais, como arrumar uma mala ou negociar um táxi na Índia

Para ser mochileiro, até algum tempo atrás, era preciso ter menos de 30 anos, ideias libertárias, pouco dinheiro no bolso e disposição para pernoitar em locais pouco confortáveis. Esse Mochileiro ainda existe, mas há cada vez mais viajantes com outros perfis que também resolveram rodar o mundo fora do esquema das agências de viagens. “Mochilar” virou programa de família e até roteiro de lua de mel. Conheça os principais perfis de mochileiro e os destinos mais indicados a cada um deles.
Boa parte dos mochileiros brasileiros, ao contrário do que se imagina, estuda em detalhes os lugares que pretende visitar. “O viajante daqui tem pressa, passa menos tempo fora do país (no máximo 40 dias)”, diz Gumercindo Soares, “turismólogo” especialista em mochilões. “Os estrangeiros passam de seis meses a um ano viajando.” É por isso que o webmaster Silnei Andrade, de 37 anos, do site mochileiros.com, o mais acessado do país, só sai de casa com tudo reservado, da passagem aérea ao ingresso do museu. “É uma forma de fazer o tempo render mais e ainda economizar dinheiro.”
Ter em mãos um roteiro prévio, no entanto, é uma antítese aos princípios originais dos mochileiros: jovens anarquistas que saíam pelo mundo em busca de aventuras em meados da década de 50. Os mochileiros americanos foram os precursores do movimento hippie da década de 60. Nos anos 80, a prática conquistou multidões de jovens estudantes, que queriam belas paisagens e pessoas interessantes. Desde então, vem se popularizando.
Estima-se que existam 2 milhões de mochileiros ao redor do mundo, segundo a maior organização que os representa, nos Estados Unidos. Mas o número de pessoas que desejam se tornar um deles é até três vezes maior, dizem os especialistas. “O mais difícil é a primeira ‘mochilada’”, diz o americano Collin Johnson, dono de uma empresa texana que ajuda viajantes independentes a programar a própria viagem. “Gosto da sensação de estar livre e resolver as coisas no momento em que elas acontecem”, diz o engenheiro capixaba Yuri Scaramussa, que passou 40 dias na Índia sem reserva de hotéis. Yuri prefere o risco de decidir na hora às amarras de uma viagem programada.

Um dos princípios básicos dos mochileiros é o desapego. Levar pouca bagagem e comprar o mínimo durante a viagem. Mas alguns dos novos adeptos fogem à regra e, simplesmente, não conseguem voltar para casa sem uma lembrança material do lugar que visitaram. É o caso de 65 jovens amigas americanas. Elas doam peças de roupa ao longo do trajeto para conseguir espaço na mala. Chegam em casa só com o que está no corpo. “Às vezes somos criticadas pelo ímpeto consumista”, diz Sarah Ritchie, uma das mais antigas mochileiras do grupo. “Qual é o problema de unir uma viagem independente a um desejo feminino tão latente?”
Ritchie divide os mochileiros em três categorias: os sociais, que buscam encontrar pessoas nas viagens; os aventureiros, para quem o roteiro só vale se incluir uma dose de adrenalina (como travessias de bicicleta, escaladas e rafting); e os culturais, que querem conhecer a história do local e visitar pontos turísticos. Há destinos que caem melhor a cada perfil de viajante (como mostra o quadro abaixo).




A boa notícia é que a vida do mochileiro está mais fácil hoje em dia. Há pelo menos 250 sites e blogs em português e cerca de 1.600 em inglês. Os fóruns de internautas promovem longas discussões sobre atos aparentemente banais, como arrumar uma mala ou negociar um táxi na Índia
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